A inércia é um fator completamente desnecessário em muitos casos. E isso torna-se um problema quando falamos de vida profissional. O problema que tive não chega ser bem na vida profissional, mas, quase. Sempre quando penso em C, esqueço completamente de alguns padrões muito úteis que aprendi com a OOP. Óbio que não conseguimos propagar as maravilhas da OOP em uma linguagem procedural, mas também não precisa virar zona.
Na faculdade tive um exercício de C que descrevia explicitamente a contrução de duas structs. A idéia do exercício era de um teatro que tinha várias peças e uma tabela de preço por faixa de horário. Como uma peça pode ser apresentada todos os dias de semana, há uma relação de dia da semana por quantidade de vagas.
A resolução da struct de peças de teatro que a santa besta que vos fala fez ficou assim:
typedef struct {
int cod;
char nome[30];
int codhorario[7];
int vagas[7];
} TPeca;
A ideia era usar os arrays codhorario e vagas ( ambos de tamanho 7) para fazer uma relação de codhorario por vagas. Mas que porco não ? Provavelmente se eu visse isso em algum sistema na 3Jane falaria um bocado. Se há uma relação de codhorario com vagas, faz uma struct a mais com um nome dia_vagas e resolve o problema. Não seria menos lusitano se ficasse assim:
typedef struct {
int codhorario;
int vagas;
} TDiaVagas;
typedef struct {
int cod;
char nome[30];
TDiaVagas dia[7];
} TPeca;
No final de contas, vivendo e reaprendendo. Ainda bem que não cheguei ao estágio de comer grama. Nada contra viu, Marcus Miris.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
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